Maestros

 
 
 
 
 
 
 
 
Maestro João Carlos Castro
Actualmente em Funções
2006-2008
Remunerado
 
Maestro Amílcar Cunha
2003-2006
Remunerado
 
 
Maestro Mário Ribeiro
2001-2003
Remunerado
 
 
Maestro Domingos de Magalhães
1997-2001
Voluntário
 
 
 
 
 
Maestro Porfírio de Magalhães
Voluntário
 
 
 
 
 
Maestro Eduardo Fernandes
Voluntário
 
 
 
 
Maestro José Pereira
Voluntário
 
 
 
 
Maestro Ferreira
Remunerado
 
 
 
 
Maestro Óscar
Remunerado
 
 
 
 
Maestro Ferrador
Remunerado
 
 

O Maestro Ferrador foi o primeiro a assumir a regência desta Banda em 1924, proveniente de Cabeceiras de Basto, do qual não possuímos qualquer dado.

 

 

 

Seguidamente em 1927, o maestro Óscar tomou conta do cargo e não possuímos também quaisquer dados.

 

 

 

Entretanto surgiu o Maestro Ferreira do Porto e também não há por enquanto dado biográfico algum.

 

 

 

Depois, o Maestro José Pereira, nascido e residente que foi no lugar de Antigo de Dornelas desta freguesia, tomou conta durante algum tempo e acabou por falecer com um presumível ataque cardíaco, enquanto tratava da água de rega numa poça em pinheiro próximo do lugar da Espertina, foi um autodidacta, adquiriu alguns conhecimentos musicais transmitidos pelo Maestro Ferreira, segundo lembranças era rígido e severo com os músicos, de referir, o tratamento dado ao Ismael do Benjamim na festa do Salvador do Mundo em Viveiro.

 

 

 

 Depois o Maestro Eduardo Fernandes, que nasceu em Vila Grande, aos 40 anos aproximadamente pegou nos destinos da Banda, também autodidacta, o qual formou músicos suficientes para dividir a Banda em duas, fazendo assim duas festas no mesmo dia. Neste caso o Sr Manuel do Apolinário tio do recente Manuel do Apolinário pelos vistos orientava uma das Bandas sem saber nada de música.

 

 

 

De seguida o Sr. Porfírio de Magalhães nascido lugar de Antigo e residente que foi no lugar de Vila Pequena, segundos os residentes sabia bastante de música, compunha algum repertório e a Banda atingiu um pico de qualidade considerável, foi nesta altura que se ganhou uma disputa à famosa Banda de Revelhe no são Salvador do Mundo - Viveiro - Boticas, entenda-se por este ganhar o facto de ter angariado um maior n.º de ramos e aplausos.

 

 

 

Depois o Prof. Domingos Magalhães, com certeza o maestro com maior capacidade e sabedoria na área musical, tomou conta do recado, mas, atendendo à desertificação do meio rural e ao desleixe dos músicos e talvez um bocadinho dele próprio,  teve que deixar cair por terra em 1987 um projecto que se tem mantido aos solavancos desde sempre, mas que nunca se perdeu definitivamente desde 1924.

 

 

 

Em 1997 voltou-se à carga, recuperaram-se alguns músicos de 1987, criou-se uma escola de música e pela mão da Junta de Freguesia e do Conselho Directivo de Baldios da freguesia, que na altura injectaram os primeiros milhares de contos para compra de algum instrumental novo, retomámos o projecto.

Sendo então professor da escola de música e Maestro da Banda novamente o Prof. Domingos Magalhães

 

 

 

E entretanto em 2001 o Maestro Mário Ribeiro - Felgueiras e residente em Aveiro, durante dois amargos anos de músicos principiantes tomou conta de forma trabalhosa e afincada, não conseguindo contudo fazer tudo o que tinha em mente.

 

 

 

De 2003 até 2006 o Maestro Amílcar Cunha, residente na Maia – Porto ocupou-se da regência, com muito brio e dedicação, até que desistiu do projecto que sempre lhe pareceu inviável.

 

 

 

Actualmente é o maestro João Castro que se ocupa de todos nós. O que é certo é que tudo funciona, fácil não é com certeza, atendendo que é uma Banda sedeada no meio dos montes onde  a massa humana escasseia, temos que contar com a ajuda dos amigos e dos amigos dos amigos. Desta forma conseguimos ter neste momento uma das melhores bandas do Alto-Tâmega e Barroso, claro que, como em todas as bandas com algum reforço externo.

Se tudo isto fosse fácil, não faltavam bandas por aí.